PARA PESSOAS QUE AMAM SEM MEDO DE SER FELIZ. POIS POR AMOR TUDO VALE A PENA. AMOR ETERNO AMOR.
domingo, 11 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
AMOR ETERNO AMOR
VOU TE AMAR PRA SEMPRE!!!
De almas sinceras a união sincera Nada
há que impeça: amor não é amor Se
quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor. Amor é um
marco eterno, dominante, Que encara a
tempestade com bravura; É astro que
norteia a vela errante, Cujo valor se
ignora, lá na altura. Amor não teme o
tempo, muito embora Seu alfange não
poupe a mocidade; Amor não se
transforma de hora em hora, Antes se
afirma para a eternidade. Se isso é
falso, e que é falso alguém provou, Eu
não sou poeta, e ninguém nunca amou.
(William Shakespeare)
De almas sinceras a união sincera Nada
há que impeça: amor não é amor Se
quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor. Amor é um
marco eterno, dominante, Que encara a
tempestade com bravura; É astro que
norteia a vela errante, Cujo valor se
ignora, lá na altura. Amor não teme o
tempo, muito embora Seu alfange não
poupe a mocidade; Amor não se
transforma de hora em hora, Antes se
afirma para a eternidade. Se isso é
falso, e que é falso alguém provou, Eu
não sou poeta, e ninguém nunca amou.
(William Shakespeare)
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
PESSOA ERRADA NA HORA ERRADA
MAS APESAR DE TUDO, VALE A PENA SOBREVIVER ESSAS SITUAÇÕES. COMENTE E DEIXE SUA OPINIÃO AMIGOS......
domingo, 12 de fevereiro de 2012
ME LEMBRA MOMENTOS FELIZES
JAMAIS VOU TE ESQUECER. TE AMO!!!!
O BEIJO
Tem beijo que parece mordida
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece briga
Tem briga que aparece pra trazer sorriso
Tem sorriso que parece choro
Tem choro que é por alegria
Tem dia que parece noite
E a tristeza parece poesia
Tem motivo pra viver de novo
Tem o novo que quer ter motivo
Tem aquele que parece feio
Mas o coração nos diz que é o mais bonito
Fernando Anitelli
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece briga
Tem briga que aparece pra trazer sorriso
Tem sorriso que parece choro
Tem choro que é por alegria
Tem dia que parece noite
E a tristeza parece poesia
Tem motivo pra viver de novo
Tem o novo que quer ter motivo
Tem aquele que parece feio
Mas o coração nos diz que é o mais bonito
Fernando Anitelli
Que Pena
Raça Negra
Olha só você,depois de me perder
veja só você,que pena.
Você não quis me ouvir,você não quis saber
desfez do meu amor
que pena,que pena!
Hoje é você quem está sofrendo amor,
hoje sou eu quem não te quer
o meu coração já tem um novo amor
você pode fazer o que quiser...
Você jogou fora o amor que eu te dei
o sonho que sonhei,isso não se faz.
Você jogou fora a minha ilusão,a louca paixão
é tarde demais!
Que pena!Que pena amor!
Que pena!Que pena amor!
Que pena!Que pena amor!
QUE PENA!!!!!!!
Raça Negra
Olha só você,depois de me perder
veja só você,que pena.
Você não quis me ouvir,você não quis saber
desfez do meu amor
que pena,que pena!
Hoje é você quem está sofrendo amor,
hoje sou eu quem não te quer
o meu coração já tem um novo amor
você pode fazer o que quiser...
Você jogou fora o amor que eu te dei
o sonho que sonhei,isso não se faz.
Você jogou fora a minha ilusão,a louca paixão
é tarde demais!
Que pena!Que pena amor!
Que pena!Que pena amor!
Que pena!Que pena amor!
QUE PENA!!!!!!!
AS VOLTAS DO MUNDO E DO AMOR
AS VOLTAS DO MUNDO E DO AMOR
No livro Perto do Coração Selvagem, romance de estréia da escritora Clarice Lispector, a personagem Joana, em um determinado momento, sente-se confusa por estar sofrendo por algo que, um dia, a tornou terrivelmente feliz.
Acontece muito. A dor e o prazer alternarem-se em volta do mesmo motivo. Passam-se anos, ou meses, ou horas, e aquilo que nos deu tamanha vontade de viver torna-se a razão de tanta angústia e lágrima. E o mais exaustivo é que este é um fenômeno incompreensível.
Sendo de impossível entendimento, nada pode-se esclarecer aqui, a não ser dizer que, na maioria das vezes, é o amor que provoca tal contradição. O tempo passa e o amor sofre mutações: de ansioso passa a ser calmo, de constante passa a ser inconstante, de onipotente passa a ser falível.
Nós, por outro lado, também mudamos. De carentes a auto-suficientes, de infantis a maduros, de ternos a ríspidos. Somos igualmente poderosos e igualmente fracos. E a metamorfose do ser humano, como a metamorfose do amor, gera pânico: que amor é esse que um dia me faz explodir de alegria e que no outro dia me implode? Que ser é esse que sou, que um dia aceita as contingências de um sentimento mutante e que no outro dia o quer estático, igual como sempre foi?
Há exemplos mais simples. Ele te amou e isso te fez feliz. Ele deixou de te amar e isso te tornou infeliz. Felicidade e dor em alternados momentos e pelo mesmo motivo.
Ela era passiva e caseira, e isso deixou você apaixonado. Ela manteve-se passiva e caseira, e você passou a sonhá-la agitada e independente, e de repente não a quis mais. Ela não mudou, mas você mudou, e o amor acompanhou a mudança.
Não há como parar o tempo, cristalizar o que nos enche de êxtase. Este êxtase um dia se tranformará em algo que nos perfurará feito lâmina. Porque assim é: a terra gira em torno do sol e nós giramos em torno de nós mesmos, sem descanso.
Martha Medeiros
No livro Perto do Coração Selvagem, romance de estréia da escritora Clarice Lispector, a personagem Joana, em um determinado momento, sente-se confusa por estar sofrendo por algo que, um dia, a tornou terrivelmente feliz.
Acontece muito. A dor e o prazer alternarem-se em volta do mesmo motivo. Passam-se anos, ou meses, ou horas, e aquilo que nos deu tamanha vontade de viver torna-se a razão de tanta angústia e lágrima. E o mais exaustivo é que este é um fenômeno incompreensível.
Sendo de impossível entendimento, nada pode-se esclarecer aqui, a não ser dizer que, na maioria das vezes, é o amor que provoca tal contradição. O tempo passa e o amor sofre mutações: de ansioso passa a ser calmo, de constante passa a ser inconstante, de onipotente passa a ser falível.
Nós, por outro lado, também mudamos. De carentes a auto-suficientes, de infantis a maduros, de ternos a ríspidos. Somos igualmente poderosos e igualmente fracos. E a metamorfose do ser humano, como a metamorfose do amor, gera pânico: que amor é esse que um dia me faz explodir de alegria e que no outro dia me implode? Que ser é esse que sou, que um dia aceita as contingências de um sentimento mutante e que no outro dia o quer estático, igual como sempre foi?
Há exemplos mais simples. Ele te amou e isso te fez feliz. Ele deixou de te amar e isso te tornou infeliz. Felicidade e dor em alternados momentos e pelo mesmo motivo.
Ela era passiva e caseira, e isso deixou você apaixonado. Ela manteve-se passiva e caseira, e você passou a sonhá-la agitada e independente, e de repente não a quis mais. Ela não mudou, mas você mudou, e o amor acompanhou a mudança.
Não há como parar o tempo, cristalizar o que nos enche de êxtase. Este êxtase um dia se tranformará em algo que nos perfurará feito lâmina. Porque assim é: a terra gira em torno do sol e nós giramos em torno de nós mesmos, sem descanso.
Martha Medeiros
AMOR EM PAZ( POEMA LINDO)
Amor em paz
Eu amei
Eu amei, ai de mim, muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que iria sofrer
E me desesperar
Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
Encontrei em você a razão de viver
E de amar em paz
E não sofrer mais
Nunca mais
Porque o amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz
Vinícius de Moraes
Eu amei
Eu amei, ai de mim, muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que iria sofrer
E me desesperar
Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
Encontrei em você a razão de viver
E de amar em paz
E não sofrer mais
Nunca mais
Porque o amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz
Vinícius de Moraes
QUEM AMA CUIDA
ESSE BLOG É PARA AS PESSOAS QUE NÃO TEM VERGONHA DE DIZER EU TE AMO. E TB PARA AS PESSOAS RAMANTICAS QUE QUANDO AMAM, AMAM PRA VALER!!!
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